04/11 Trio Curupira

O Trio Curupira é formado por jovens músicos e compositores do estado de São Paulo, que vêm exibindo para platéias do Brasil e do exterior um dos trabalhos mais criativos do gênero instrumental.
O Curupira nasceu, em meados de 1996, de um feliz encontro de ideais e afinidades de seus integrantes: determinados a desenvolver um trabalho diferenciado, fruto de pesquisas musicais e culturais, tendo por base a genuína música do Brasil, eles percorrem todos os ritmos e eliminam qualquer fronteira entre estilos. A sonoridade é densa, a harmonia é rica e a personalidade é marcante. O nome foi escolhido por se referir ao personagem mítico do folclore brasileiro encarregado de proteger as florestas e os animais. O trio assumiu uma missão semelhante: a defesa da música e da cultura brasileira. “Começamos com uma concepção totalmente centrada na música brasileira, mas percebemos que somos contra os preconceitos musicais. Tocamos ritmos do Brasil inteiro, mas estamos abertos às influências; seja da música erudita, do jazz, da música árabe ou do flamenco. Música é música”, afirma André Marques.
Outra grande característica do trio é a enorme variedade de timbres, devido a grande troca de instrumentos, tanto no show quanto nas gravações. Em suas apresentações são usadas a formação tradicional de trio (piano, baixo e bateria) e outras com flautas, cavaquinho, guitarra, percussão, escaleta, entre outros instrumentos.
Para os integrantes do Trio Curupira, a grande miscigenação cultural existente no Brasil possibilita a mistura de vários elementos de culturas tão distintas como a indígena, a africana, a européia e a árabe, entre outras. “Poucos tiveram interesse em explorar esse assunto, inserido em todos os segmentos de nossa cultura. Queremos levar ao público – através de sons conseqüentes da nossa pluralidade cultural herdada – uma música ímpar e original, que só o Brasil possui”, explicam.

triocurupira.com.br

André Marques

Nascido em São Paulo e residente na cidade de Sorocaba-SP desde 2002, iniciou-se na música aos onze anos (1986), estudando piano erudito, passando depois para o piano popular no Conservatório Wilson Cúria, e posteriormente no CLAM, com Amilton Godoy (pianista do Zimbo Trio).
Começou profissionalmente em 1992, em gravações de jingles para publicidade, além de participar de vários festivais, ao lado de Natan Marques, seu pai, dentre eles o festival de Avaré de 1993, de onde saíram vencedores com uma música de Natan (Meninos).
Em janeiro de 1994 ingressou no grupo de Hermeto Pascoal com quem já excursionou por todo o Brasil, Europa, EUA, Japão, África do Sul, México, Caribe, Argentina, Colômbia, Chile e Uruguai, e com quem toca até hoje, participando de grandes festivais de música e tendo sua atuação comentada em jornais de todo o mundo. Participou da gravação do CD “Mundo Verde Esperança”, com o qual ganhou, juntamente com os outros músicos do grupo, o prêmio TIM (antigo prêmio SHARP) de melhor grupo musical do ano, além de uma indicação para o Grammy.
Atua como professor, desde 1995 e hoje leciona no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí-SP e Faculdade Internacional Souza Lima & Berklee além de dar oficinas musicais por todo o Brasil. De uma dessas oficinas nasceu a Vintena Brasileira, uma pequena orquestra de vinte músicos que lançou em 2008 o seu primeiro CD “De Baque às Avessas”. Também lançou nesse ano seu primeiro CD de piano solo, intitulado “SOLO”.
andremarques.mus.br

Fábio Gouvêa

Nasceu em 1979. Seu avô foi responsável pelas suas primeiras noções musicais, quando ele tinha apenas nove anos. O seu primeiro instrumento foi o violão, que começou a estudar aos dez anos, depois vieram a guitarra, o contrabaixo e a flauta.
Aos dezoito anos, formou-se em guitarra no Conservatório Carlos de Campos, em Tatuí (SP). Neste mesmo ano começou atuar como profissional, acompanhando cantores e ministrando suas primeiras aulas particulares. Aos vinte e quatro anos, formou-se Bacharel em Instrumento pela Faculdade Carlos Gomes, na capital de São Paulo.
Também estudou com músicos como Hélio Delmiro, Claudio Celso, Mozart Mello, Ulisses Rocha, além de improvisação com Vinicius Dorin, entre outros professores.
Além de tocar em diversos estados brasileiros, também esteve em Cuba, República Dominicana, com o cantor Carlinhos do Cavaco, Argentina e Portugal. Participou do projeto “Vizinhos Afinados” em Sorocaba, São Paulo, na ocasião, apresentou um concerto de violão solo.
Ministra aulas de baixo e guitarra no Conservatório de Tatuí (SP), e de violão no Conservatório Enoque da Silva, em Alumínio (SP).
Também já participou do grupo de Hermeto Pascoal.
Além de seu trabalho com o Trio Curupira, é integrante do quarteto da baterista Vera Figueiredo, com quem gravou o DVD “Vera Cruz Island” e desenvolve trabalhos com o músico e compositor Arrigo Barnabé.

Cléber Almeida

Iniciou os estudos práticos aos 11 anos e teóricos aos 14, quando ingressou no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí. Em 1995, concluiu o curso e no mesmo conservatório começou a lecionar, onde continua até hoje.
Trabalhou com grandes nomes da música brasileira como: Hermeto Pascoal, Natan Marques, Jane Duboc, Renato Teixeira, Pena Branca, Vinícius Dorin, Itiberê Zwarg, Elomar, Arismar do Espírito Santo, Hamilton de Holanda, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Airto Moreira, Toninho Horta, Lea Freire e Bonsai Trio.
Atualmente e paralelamente ao Trio Curupira, Cleber vem se apresentando ao lado de Antonio Nóbrega, Naylor “Proveta” Azevedo e Banda Mantiqueira, entre outros.
Desenvolve pesquisas sobre música folclórica brasileira para metodologia de trabalho para aulas, oficinas e arranjos musicais, assim vem abordando assuntos como Cultura Popular e Ritmos Brasileiros para bateria e percussão em vários festivais como: 2º Encontro Internacional de Percussão de Tatuí, Oficina de Música de Curitiba, Festival de Inverno de Ourinhos, Festival de Inverno de Londrina, Festival de Verão de Brasília, Brasil Insrumental de Tatuí e Joinville Jazz Festival.

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CS Brasil

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“Piano”

Publicado em O Diário de Mogi, edição 03/10/2010, Cidade Viva (por Leandro Sérgio), pg 38

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“Piano”

Publicado em O Diário de Mogi, edição de 03/10/2010, Circuito (por Silene da Cunha Pinto), pg 42

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Lucas Cardoso

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“Festival de Piano valoriza música instrumental em Mogi”

Publicado em O Diário de Mogi, edição 06/10/2010, Caderno A, pg 17

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14/10 – Pedro Marcussi Trio

Natural de Franca – SP, Pedro Marcussi iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade, tendo aulas de piano no conservatório musical Lúcia Garcetti. Permaneceu nesta instituição até os 19 anos, quando passou a fazer parte de bandas de baile, além de tocar na noite, em bares e restaurantes.
Em 2009 ingressou na Faculdade Internacional Souza Lima & Berklee, onde tem aulas com o pianista Guilherme Ribeiro e matérias teóricas e práticas com Daniel Maudonnet, Rodrigo Morte, Gilberto de Syllos, Pedro Ramos, Nenê, Carlos Ezequiel e Vítor Alcântara. É professor de piano da unidade do Conservatório Souza Lima em Alphaville.
Atuou como pianista em restaurantes como Famiglia Mancinni e Terraço Itália. Participou do projeto de músicas próprias do contrabaixista Isaías Elpes dos Santos, ao lado do baterista Rafael Lourenço, do saxofonista Mané Silveira e do trompetista Daniel D`Alcântara.
 
Héder Dyego (baixo)

Natural de Cotia – SP, Héder Dyego sempre ouviu muito samba e música popular brasileira por influência de seus pais. Iniciou seus estudos musicais aos 14 anos de idade, estudando violão com Ricardo Silva (baixista da banda country Red Fox, e ex-Saída-Bangú), um ano depois, passou para o baixo elétrico, e desde então não o largou mais.
Nessa época, iniciou um período autodidata, ouvindo e tocando música pop e pop/rock em geral em bandas de Cotia e região, com as quais participou de alguns pequenos festivais. Aos dezesseis anos, passou a estudar com o guitarrista Marcos Maia, fase essa em que aprimorou seus conhecimentos em teoria musical e em que despertou seu gosto por música brasileira e jazz. Após um ano e meio, ingressou no curso técnico do Conservatório Souza Lima, através de uma bolsa de estudos. Desde então, vem estudando com Gilberto de Syllos, Ximba Uchyama, Rodrigo Morte, Lupa Santiago, Daniel D’Alcântara, Sizão Machado, Vitor Alcântara e outros grandes nomes.
Já tocou em bares como Dinossauros Rock Bar, TonTon Jazz Bar, Café Villaggio, Willie Willie Bar e em diversos eventos corporativos, no Vale do Anhangabaú, Parque do Ibirapuera e Shopping D&D. Participou também do 1° Bass Festival Souza Lima & Cover Baixo, que contou com a participação de Abraham Laboriel, na abertura e na banca julgadora do evento, em que também estavam Luís Fernando Neto (Lefê) e Ximba Uchyama.
Atualmente, integra o a banda de Pop “DixY”, trabalha na formação de seu quinteto de música brasileira instrumental e finaliza a Faculdade Souza Lima & Berklee.

myspace.com/hederdyego

Rafael Lourenço (bateria)

Natural de Mogi das Cruzes, São Paulo, teve seu primeiro contato com a música aos sete anos, quando foi convidado a tocar instrumentos de percussão na banda de uma igreja. No ano seguinte começou a estudar e tocar bateria.
Desde os quinze anos, já trabalhando profissionalmente como baterista, atuou como free-lancer tocando diversos estilos em bandas de rock, baile e ritmos brasileiros.
Aos 17 anos começou a estudar no convervatório Souza Lima, onde se apaixonou por jazz e música brasileira e se aprimorou nesses estilos. Teve aulas de bateria com os professores Carlos Ezequiel e Fernando Baggio.
Durante dois anos tocou na Big Band Souza Lima.
É graduado em Música pela Faculdade Internacional de Música Souza Lima & Berklee, onde foi aluno de Sizão Machado, Vitor Alcântara, Lupa Santiago, Bob Wyatt e Nenê. Teve aulas também com o baterista americano Bruce Becker.
Tocou no 2° encontro Internacional de Polirritmia, ao lado do saxofonista Marcelo Coelho.
Com seu quarteto tocou na 10ª Edição do La Plata Jazz Festival na Argentina.
Atualmente o baterista continua realizando diversos shows, trabalhando com gravações e tocando em diversos grupos.

myspace.com/rafaellourenco
rafaellourenco.com

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